Violência em bares e festas populares


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Sou leitor assíduo do jornal e, sempre que posso, dou minha contribuição em forma de opinião. Em sua coluna Insight, Leandro Cruz faz uma comparação entre os bares e restaurantes requintados da cidade e as festas populares, com foco na violência. A resposta para esta comparação é simples: não é que em festas populares não ocorram fatos desse tipo. Ocorrem. O diferencial é que nestes locais, a polícia toma as devidas providências, detém os envolvidos, investiga as causas e os acusados. Os fatos em si são informados pelos meios de comunicação imparcialmente. Já nos estabelecimentos requintados, com um público `mais seleto` (???), os sobrenomes ou a posição social dos envolvidos falam mais alto do que qualquer providência legal e até mesmo quanto a divulgação do fato. No caso da garota atingida por um copo no rosto pelo ex-namorado – um covarde, diga-se de passagem –, veremos que providências irão ser tomadas. Na minha opinião, nenhuma, pois o rapaz já manifestou seu `arrependimento` de forma pública, indiretamente, mas publicamente... Pena que seu `arrependimento` não seja suficiente para remover a cicatriz do rosto da moça. Guilherme Andrade gerente comercial, leitor do Comércio da Franca

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