‘Problema é social, não sanitário’


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O fiscal da Vigilância Sanitária Vairton Reis de Paula disse que não há registro de reclamações pelo endereço de Dorizal Euzébio. Ele explicou que para haver uma fiscalização, é necessário fazer uma denúncia formal. No entanto, Vairton disse que o problema não é sanitário e sim social. “A coleta de material reciclável é o sustento dele e da família, não podemos proibir a atividade”. Ele explicou que, pela legislação da Vigilância, também não haveria o que fazer, já que o material não fica acumulado por mais de 15 dias. “Ele coleta e vende todos os dias, os materiais não ficam guardados lá por muito tempo. Nós só podemos notificar quando há comprovação de proliferação de pragas urbanas”.

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