Para a polícia, Evanildo é o verdadeiro ‘Tarado da Unesp’


| Tempo de leitura: 1 min
O “Homem-Aranha” caiu nas teias da polícia no 17 de novembro de 2005. Evanildo Rodrigues foi detido por agentes da DIG em Caldas Novas (GO). As investigações haviam começado dois meses antes, quando ele entrou no apartamento de uma professora de 44 anos, na Vila Cubatão, Centro. O ponto de partida dos policiais foram as imagens de um Opala branco gravadas pelas câmaras de segurança de um prédio localizado na vizinhança. Dias depois, o tarado atacou uma secretária de 27 anos no Parque Castelo. O mesmo carro foi visto no local. Os investigadores descobriram que o veículo sempre era visto em um consultório médico próximo à Avenida Ismael Alonso y Alonso, onde trabalhava uma namorada de Evanildo. De posse das placas do veículo, os policiais chegaram à empresa em que ele trabalhava como distribuidor de frios. Lutador de capoeira, também trabalhou em uma empresa de telefonia. Ele foi detido e forneceu sangue para o exame de DNA. O resultado deu positivo e a Justiça decretou sua prisão preventiva. O “Homem-Aranha” - recebeu o apelido devido à agilidade com que escalava prédios para atacar vítimas - fugiu para Goiás. Lá, estuprou uma mulher e tentou violentar outras duas. Recambiado para Franca, confessou ter invadido 29 locais diferentes. Ainda não se comprovou em quantos casos atuou efetivamente. Para a Polícia Civil, seria o verdadeiro “Tarado da Unesp”. Os investigadores sempre desconfiaram que as universitárias eram atacadas por dois maníacos diferentes. O primeiro a herdar o apelido, o professor de dança Célio Hernandes Pereira, o “Celinho”, teve a participação comprovada em apenas um estupro. Flagrado pelo exame de DNA, foi condenado a 26 anos e 8 meses de cadeia. Ele também está preso em Serra Azul.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários