Diretoria ameaça não jogar em Uberlândia A atuação da arbitragem desestabilizou a todos ontem. Após o jogo e ainda na quadra do Póli, diretores francanos disseram que o time pode não entrar em quadra no terceiro jogo, marcado para domingo, às 13 horas, em Uberlândia, a depender dos árbitros escalados.
A CBB (Confederação Brasileira de Basquete), em seu site, ontem à noite, ainda não havia divulgado os juízes do terceiro confronto da série. “Se for eles novamente nós não entramos. Dependendo dos juízes, não vamos entrar em quadra”, repetiu o diretor Marcos Batista ao diretor técnico da entidade organizadora da competição, presente no jogo de ontem, no Póli.
O presidente do clube francano, Paulo Silas de Carvalho, o Paulinho, não fez rodeios nas suas reclamações. “Chega em uma semifinal e vem um juiz desse, com segundas intenções”, disse.
Paulinho cobrou que uma atitude por parte da Confederação seja tomada no menor tempo possível. “Se nós tivéssemos um órgão competente e sério, através das próprias imagens, o árbitro já seria punido. O esporte não foi feito para falcatruas”, declarou bastante exaltado.
Paulinho também criticou o fato de um soldado da PM atingir o pivô Murilo com um cacetete após a partida. “A Sportv transmitiu a agressão, sendo que a PM estava aí para dar respaldo e garantir a integridade de todos”, afirmou o dirigente.
A arbitragem só deixou o Ginásio do Póli mais de uma hora e meia depois da partida ter sido encerrada. (RC)
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