Vinho-quente, quentão, amendoim, milho verde, pipoca, batata doce, canjica. Junho é sinônimo de Festa Junina. As fogueiras tomam conta das ruas, enfeitadas com bandeiras coloridas, e os fogos de artifício colorem o céu ao som da sanfona que embala as quadrilhas. Franca retrata fielmente as tradições do mês e preserva as festas feitas nas ruas pela comunidade, associações e igrejas.
Ontem à noite, a paróquia Santo Antônio deu início a uma das quermesses mais tradicionais da cidade, que segue até o dia 17.
De acordo com Luiz Gonzaga, um dos organizadores do evento, a expectativa é atrair 7 mil pessoas até o último dia. No local tem de tudo um pouco: porco no rolete, doces, quentão, canjica, batata recheada, sucos, kafta, fogazza, pizza, macarronada, churrasco, batata frita, pão de queijo recheado, entre outros. O dinheiro arrecadado será usado em projetos da igreja.
Como acontece todo ano, várias ruas da cidade serão palcos de festas para moradores dos bairros. A diretora do Centro Comunitário da Vila São Sebastião, Mirian Loureço do Vale, está na expectativa para a Festa Junina da comunidade, que acontece no dia 14 de julho, na Rua Amélio Borges Campos. “No ano passado, vieram quase 500 pessoas; neste ano esperamos o mesmo número.
Vamos atrás de cantores da comunidade para comandar nossa festa, que terá quadrilha também”. A festa terá bolo, chá, quentão e pipoca distribuídos gratuitamente para todos. O barracão do Centro será enfeitado para a quadrilha, que terá o tradicional casal de noivos.
Quem também não perde a oportunidade de reunir a comunidade nessa época junina é o pessoal do Parque dos Pinhais. Há seis anos, os moradores se organizam, fecham a Rua Cedrinho e promovem a folia caipira. Os preparativos já começaram. Cada morador contribuirá com alimentos típicos da festa.
Outro bom exemplo é o Centro Cultural Cangoma, que também promovea a sua. “Conhecer, respeitar e saber apreciar estas manifestações são ações de consciência sobre o que é o seu povo, suas origens e sua beleza. A Festa Junina é uma manifestação de cultura popular muito tradicional em todo o País”, disse Priscila De Col, diretora do Centro Cultural.
No entanto, antes da festa é preciso pedir autorização para a Divisão de Segurança e Trânsito, na Prefeitura. “Só nessa primeira quinzena de junho, já recebemos 12 pedidos de interdição do trânsito para realização de festas juninas. No caso de iniciativa de moradores, também tem que ser apresentado um abaixo-assinado concordando com o evento”, disse o chefe da Divisão, Sérgio Buranelli.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.