Depois de cumprir todas as determinações e aguardar mais de um ano para a liberação da área, o administrador da Codrati, empresa responsável pelo novo aterro de resíduos inertes da Vila Hípica, Roberto Ferreira, não acredita que o valor de R$ 7 o metro cúbico seja exorbitante. Segundo ele, o preço fica aquém do ideal. “Há uma série de despesas de manutenção.
Aparentemente, R$ 7 pode parecer muito, mas quem achar caro que abra o seu próprio aterro”.
Ferreira disse que o antigo aterro administrado pela Emdef (Empresa Municipal para o Desenvolvimento de Franca), no Jardim Aeroporto III, operava com poucas exigências. “Para que um aterro particular funcione, você precisa passar por diversos órgãos e ter todo um aparato por trás. Somente para manter um trator, você paga R$ 75 por hora. Além disso, emito notas fiscais, algo que o antigo aterro não fazia”.
Além dos gastos com máquinas, mão-de-obra e todo o projeto técnico, o administrador lembrou dos impostos cobrados sobre o serviço. “Temos um gasto de manutenção perto dos R$ 30 mil e apenas de impostos são cerca de 15%”, justificou o administrador do aterro.
O novo aterro de resíduos inertes, que fica na Vila Hípica, começou a funcionar nesta semana e tem uma vida útil estimada de três anos. A área da Vila Raycos deve começar a operar nos próximos dias.
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