O aterro de resíduos inertes do Jardim Aeroporto já estava passando da hora de ser fechado. Pelo que se vê no local, tem-se certeza do total abandono da área e do projeto. Uma declividade de dois por cento deveria ter sido seguida e lá não aconteceu isso, o que se pode comprovar a olho nu. O projeto deixou de ser seguido à risca desde o fechamento do Dinfra. Máquinas foram retiradas do local e obras complementares não foram executadas, mas os valores não deixaram de ser cobrados. Quem fiscaliza? Quem fiscalizará?
Elson Daniel Guilherme
é leitor do Comércio da Franca
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