Neste domingo o trecho do evangelho escolhido para a Eucaristia é a descrição da ressurreição do filho da viúva de Naim. Mais uma vez, vemos Jesus cheio de compaixão diante da dor humana. ,
O fato se dá na cidade galiléia de Naim, situada a uns 10 km de Nazaré. Naim significa bela, graciosa e é uma aldeia, embora denominada por São Lucas de cidade. Nessa aldeia, Jesus ressuscita o filho da viúva assim como ressuscitou a filha de Jairo e o amigo Lázaro. Jesus, conduzindo os discípulos e uma multidão, entra na cidade e encontra uma procissão para um morto. Um cortejo era conduzido pelo doador da vida e outro, pela morte. O morto era o filho único de uma viúva. Viúvas e orfãos são categorias necessitadas que merecem atenção e Deus mesmo se ocupa delas. Jesus vê aquela mulher em situação de aflição, pois marido e filho haviam morrido cedo. Jesus se compadece e anuncia e concede a misericórdia de Deus para os que se lamentam e choram.
A primeira leitura da missa é tirada do primeiro livro dos Reis. Faz parte de um bloco que contém histórias primitivas sofre profetas e seus discípulos. O texto fala de Elias.
O nome Elias significa "Javé é meu Deus", que equivale a um grito de guerra. Ele foi um profeta de fogo, um homem como nós, a serviço de Deus, que se impôs com sua riqueza espiritual.
Elias é também um profeta solitário, sem comunidade de apoio, dependendo somente do Senhor, que o envia e conduz. A segunda leitura é extraída da carta de Paulo aos Gálatas. Ele escreve para pagãos convertidos ao cristianismo. Diante de um conflito surgido por causa do cumprimento de leis antigas, Paulo escreve em tom polêmico, reivindicando sua autoridade apostólica e defendendo o evangelho da graça, a salvação pela fé e não as obras da Lei.
As leituras bíblicas de hoje nos mostram o rosto misericordioso de Deus que se manifesta nas ações de Elias, de Jesus, de Paulo.
Os relatos apresentam um Deus que está ao lado do pobre, do desamparado.
Hoje, são muitos os fatos que nos aterrorizam. É dura a nossa realidade. São guerras, mortes de crianças, assassinatos, assaltos, suicídios, doenças incuráveis, desemprego, etc.
Diante desses fatos e de tantos outros, que poderiam preencher páginas e páginas, é preciso ver e ter compaixão. Uma compaixão traduzida em ações concretas para que a vida seja mais forte que a morte. Nós, cristãos, deveríamos ser os primeiros a nos engajar em projetos que defendem a vida e a nos opor a todas as forças de morte.
CRISTÃOS A FAVOR DA VIDA!
A partir da Palavra de Deus que a liturgia neste domingo nos faz refletir, suscita em nós um pedido: "Que o Senhor, refúgio e Salvador, rochedo que abriga, faça de nós fonte de vida e não de morte, como Cristo nosso Senhor, que é o grande revelador da bondade infinita de Deus".
Com a vida e a palavra Jesus anunciou ao mundo que Deus é Pai e cuida de todos como filhos e filhas. Diante da bela certeza que é a vida de Deus para nós torna-se necessário que o cristão seja um permanente lutador pela vida em todos os sentidos.
A inumerável obra social que a Igreja Católica possui, reflete o seu trabalho como fruto do seu amor em prol da vida aos necessitados.
A fé dos cristãos é sempre colocada à prova. Isso acontece também quando querem matar a vida no útero materno por meio do aborto. Também isso acontece quando a fome mata tantas pessoas pela falta de justiça e de política séria. Isso acontece quando querem antecipar a "hora" de Deus por meio da "eutanásia".
Onde há vida, Deus se encontra. Os cristãos, especialmente os católicos devem estar atentos a tudo que quiser "matar" a vida que é "dom divino". Se quiserem legalizar o "aborto" no Brasil estaremos como "guerreiros" em prol da vida, se posicionando contra este crime.
36 ANOS
Nesta segunda, dia 11, Dom Diógenes, bispo emérito, completará trinta e seis anos de sagração como primeiro bispo da Diocese de Franca. Em 12 de junho, terça-feira, a Diocese completará o mesmo número de anos de sua instalação canônica. No altar da Eucaristia vamos agradecer a Deus por inúmeras bênçãos recebidas.
25 ANOS
No mesmo dia 12, a Igreja Catedral celebrará o 25º ano da sua Dedicação. Em 1982, numa cerimônia ímpar, suas paredes foram ungidas com o óleo do crisma traduzindo por este gesto sua consagração ou dedicação a Deus, sendo, para sempre útil ao culto e ao louvor ao próprio Deus e à santificação do homem.
SANTO ANTÔNIO
Dia 13 é dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro. Com missas, bênção dos pães, quadrilhas, quermesses, etc, o povo fiel celebra sua devoção ao homem virtuoso, simples e humilde que, atrai a tantos, para Deus
BÊNÇÃO DOS PÃES
Na festa de Santo Antonio é tradição abençoar os pães.
Ele que também teve a fama de cozinheiro e que possuía um coração generoso para com os pobres, já que o pão sempre foi o alimento dos humildes, se torna nosso intercessor diante da fome e da miséria.
Na Catedral abençoaremos os pães nas missas das 7h00 e 17h00
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