A dona de casa Neli Ribeiro, de Patrocínio Paulista, está desde de ontem, mais atenta às ligações fixas que realiza dentro da cidade. Cliente da área de cobertura da Telefônica na região, ela é proprietária de uma das mais de 13730 linhas telefônicas que, a partir deste sábado, passaram do sistema de cobrança de pulsos para minutos. A troca ocorre de forma automática e sem custos. O cliente precisa apenas optar por um dos dois planos de cobrança oferecido pela operadora, o Básico e o Alternativo.
Na região, além de Patrocínio, outras oito cidades (Cristais Paulista, Igarapava, Itirapuã, Jeriquara, Pedregulho, Restinga, Rifaina e São José da Bela Vista) também são atendidas pela Telefônica.
Com uma conta mensal de telefone entre R$ 60 e R$ 70, Neli resolveu migrar para o plano básico que oferece franquia de 200 minutos para clientes residenciais. “Gasto pouco telefone. Nos últimos dois meses, a média foi de 50 minutos. Só uso em necessidades extremas”. Nesse plano, a chamada passa a ser cobrada depois de três segundos que for atendida. A cobrança mínima é de 30 segundos, o que significa dizer que, mesmo que o consumidor fale apenas 10 segundos, terá de pagar pelos 30. A partir deste intervalo de tempo, a cobrança é feita a cada seis segundos.
O outro plano oferecido aos clientes pela Telefônica e demais operadoras de telefonia fixa é o Alternativo, mais indicado para pessoas que usam o telefone por mais tempo. Nele, a franquia é de 400 minutos. Depois de três segundos de atendida a ligação, o consumidor já paga uma taxa equivalente a quatro minutos (que não serão usados). O tempo que durar a conversação será tarifado a intervalos de seis segundos. O que difere do plano básico é o preço do minuto. Os consumidores da área de cobertura da CTBC farão a migração no fim do mês.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.