Ritmo vibrante


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Foi reinaugurado pela Unifran (Universidade de Franca), na quinta-feira, dia 31 de maio, o Museu do Calçado de Franca. Muitas personalidades francanas estavam presentes na festa de reabertura, como o reitor da universidade, Clóvis Ludovice, e sua mulher, Maria Tereza Segantin Ludovice, o presidente do Sindicato da Indústria de Calçados de Franca, Jorge Felix Donadelli, e o presidente da Abicalçados (Associação Brasileira de Calçados), Élcio Jacometti. O Hino Nacional Brasileiro abriu o evento. Em seguida, Clovis Ludovice falou sobre a história do Museu, criado em 2001, comentou a responsabilidade que a universidade tem pelo sapato francano, pela criação do Museu Virtual, e comemorou a oportunidade que teve em poder amparar o espaço cultural. "Neste ano, nós, da Universidade de Franca, fomos contemplados com a continuidade deste Museu, que representa a história da nossa cidade e de muitas pessoas que por Franca passaram", afirmou ele, que logo depois de finalizar, pediu ao padre José Geraldo Segantin a bênção ao novo espaço, situado na antiga Casa Paroquial de Franca. Após as orações, Donadelli disse estar feliz com a reabertura do Museu do Calçado. "Esta reinauguração é um marco para nossa cidade", afirmou o presidente, sucedido por Jacometti, que parabenizou todos que trabalharam para que o Museu fosse reaberto. "É muito bom saber que a Unifran se preocupa em resgatar e dar continuidade à história do nosso calçado", disse ele. Logo depois de Jacometti, muitos aplaudiram a apresentação de trechos do espetáculo Sapateiros, levado pela Companhia Andaluzes de Dança Flamenca, de Wanderson Souza. Há sete anos que o bailarino se dedica à dança. Além de dançar, ele também é dono do Andaluz Studio de Dança, sua escola, onde ministra aulas. É lá que ele ensaia seus atores-bailarinos para o palco. "Fomos convidados pela Andréia Couto, da Universidade, que achou a nossa peça "a cara da noite de hoje", afirma Wanderson, o diretor do projeto, que falou com o Comércio a respeito da montagem, que mistura dança com teatro. "Tentamos retratar no palco a rotina de trabalhadores em uma fábrica de calçados. Geralmente usamos maquinários de verdade em cena, o que não foi possível hoje devido ao espaço", lamenta ele. Do elenco fazem parte 25 bailarinos, mas apenas três - Geovana Mantovani, Sabrina Ribeiro e Érico Padilha - e Wanderson participaram da apresentação. Ao final da peça, Geovana e Wanderson entregaram um sapato como lembrança da Cia. Andaluzes a Ludovice. "Para nós foi um prazer fazer parte desta noite tão bonita. Queremos marcá-la com a entrega deste presente, agradecendo também o convite que recebemos", afirmaram os integrantes da companhia. Logo depois de Sapateiros, foi reaberto oficialmente o Museu com o corte da fita por Clovis Ludovice, pelo presidente da ACIF (Associação do Comércio da Indústria de Franca), João Cheade, por Élcio Jacometti, pelo padre Ovídio Andrade e por Jorge Felix Donadelli. Durante um coquetel oferecido aos convidados, o Comércio falou com alguns presentes, como o pintor francano Hélio Tasso, autor de um quadro que agora faz parte da decoração do espaço. "Este quadro, eu pintei há quase trinta anos e diz muito do calçado de Franca. Fico muito feliz por ele estar aqui", afirma. SERVIÇOS Museu do Calçado Onde: Rua Monsenhor Rosa, 1611, Centro. Horário de funcionamento: Das 9 às 18 horas (diariamente, exceto às segundas-feiras) e das 10 às 13 horas (aos sábados).

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