Ninguém é obrigado a freqüentar bingos, mas quem freqüenta tem o direito de fazê-lo. Pagamos nossos impostos, quando chegamos ao fim do dia de trabalho queremos ter acesso a lazer. Vocês, da segurança pública deveriam ir procurar bandidos ao invés de fechar bingos. O fechamento das casas complicou mais o desemprego. Agora, ao lado dos sapateiros desempregados tem mais 100 pessoas procurando outro serviço. Sou jogador sim, mas não devo nada a ninguém.
Carlos Antônio Fernandes
é leitor do Comércio da Franca
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