Mambrini adia projeto dos ‘mortos-vivos’


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Está virando lenda o projeto já apelidado de “mortos-vivos”, de autoria do vereador Marcelo Mambrini (PMN), que prevê homenagear com os nomes de pessoas vivas os próprios municipais. Há duas semanas, a iniciativa, que seria extensiva a nomes de ruas e avenidas, não foi bem vista pelos outros parlamentares e, estrategicamente, Mambrini decidiu adiá-la. Ontem, o assunto voltou ao plenário, mas houve resistência. Resultado: novo adiamento, por três sessões. Indignado, Mambrini fez nova defesa de seu projeto. “Faço um desafio: nunca vi alguém analisar o histórico de quem é homenageado na Câmara até hoje, se é bom ou se é ruim. Quem sabe quem foi Capitão Anselmo, por exemplo?”, disse, referindo-se à rua onde fica o prédio da Câmara. Após um breve silêncio, os vereadores não hesitaram em dar risadas da situação. Até mesmo Mambrini. De resto, os vereadores aprovaram a doação de uma área pública situada no Jardim Samello para a AAEF (Associação Assistencial e Educacional Filadélfia) e a denominação do conjunto de prédios da CDHU (Companhia do Desenvolvimento Habitacional Urbano) no Jardim Santa Efigênia como “Antônio de Pádua Rodrigues da Silva”.

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