As chuvas no início da semana atrapalharam a obra de desassoreamento da represa do Castelinho que estava prevista para começar na última segunda-feira. Depois da diretoria do clube ter conseguido a ajuda da Prefeitura de Franca, que disponibilizará dois caminhões e uma pá-carregadeira para remover o barro, e o apoio do DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo), que cedeu a draga para recolher toda a sujeira da represa, a previsão é que a máquina comece a limpeza hoje.
Orçado pela administração do clube em R$ 200 mil, o projeto é um dos únicos meios de recuperar a capacidade de retenção de água do local. Por causa da terra que desce, com as chuvas, dos novos bairros erguidos próximos ao clube, a represa sempre enchia, o que complicava o problema das enchentes. "Agora os caminhões irão abrir o caminho que esta semana foi prejudicado por causa das chuvas. Com a máquina, iremos fazer a retirada de terras e areias acumuladas no fundo do lago evitando esses problemas", disse o secretário de Obras, Ismar Rodrigues Tavares.
Os técnicos da obra calculam que cerca de 3,5 metros da profundidade da represa estejam tomados por terra e sujeira, sobrando para apenas 1,5 metro para a água. Os entulhos retirados do fundo da represa serão levados para a voçoroca da Avenida São Vicente. A estimativa é de que a obra seja finalizada em novembro.
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