O soldado Nilson Severiano dos Santos, um dos primeiros a chegar no local do crime, disse que a polícia trabalha com a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). “Provavelmente o criminoso entrou pelo telhado e saiu pelo portão. Pelo rastro de sangue e pela maneira que o corpo estava, ela se arrastou da sala até o quarto”, afirmou. Mas a polícia não confirmou se algo foi roubado.
Há suspeitas de violência sexual. Segundo um policial ouvido, o fato do corpo estar nu reforça a tese. No entanto, o resultado da necropsia confirmará ou não a hipótese. Agentes da DIG de Franca estiveram no local e hoje darão prosseguimento às investigações.
Ontem à noite, o sentimento entre os vizinhos era de incredulidade com o ocorrido. Além de Adelaide Gimenes e Miriam de Oliveira, Libina de Oliveira Vasconcelos, 32, foi outra a mostrar indignação. “Ela era uma pessoa muito boa, morava sozinha e sempre estava na igreja”, contou.
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