A Polícia Civil de Franca prendeu três pessoas, ontem, na Vila São Sebastião, suspeitas de envolvimento em roubos na cidade. No momento da detenção, eles estavam fumando maconha. No local, foram apreendidos capuzes e uma arma de fogo. Um dos crimes atribuídos ao bando é o roubo ocorrido à casa do vereador Gilson Pelizaro (PT) há uma semana, mas a participação não foi comprovada.
Há vários dias, os investigadores da DIG descobriram que os indivíduos seriam os criminosos que teriam mantido a família do político como refém durante assalto. Munidos de um mandado de busca e apreensão, os policiais foram até uma residência da Rua João Araújo Malheiros e surpreenderam os suspeitos. "Efetuamos a prisão deles e apreendemos aparelhos eletrônicos e materiais, que seriam usados em roubos. No quintal, encontramos um revólver, que estava enterrado. A arma é semelhante à usada no assalto à casa do vereador", contou o investigador Sandro Rocha.
Os suspeitos foram encaminhados à sede da DIG e passaram o dia prestando depoimentos. Negaram qualquer envolvimento no roubo. "Como a vítima ficou em dúvida e não teve como fazer o reconhecimento com precisão, fomos obrigados a liberar dois dos averiguados. O terceiro ficou preso em flagrante por ocultação de arma de fogo", contou o delegado Márcio Garcia Murari.
Apesar de liberados, os dois desocupados continuam sendo investigados. Os agentes da DIG buscam outros indícios para comprovar a participação deles no roubo e mandá-los para a cadeia.
No dia 18 de maio, três homens armados invadiram a casa do vereador Gilson Pelizaro, no Jardim Martins, e o mantiveram como refém juntamente com a mulher e os filhos. A família do petista ficou sob a mira de um revólver por 40 minutos e recebeu várias ameaças de morte. Após a sessão de tortura psicológica, os assaltantes fugiram levando R$ 1,2 mil.
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