Achei um absurdo este cientista (Dr. Thomas Gollop, professor geneticista da Universidade de São Paulo – USP e primeiro médico a conseguir uma autorização de aborto para bebês anencéfalos no país, entrevistado pelo Comércio em 20 de maio e disponível para leitura no link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=17152) afirma que esta criança não tem capacidade afetiva, que não ama e não sente nada. Acredito em Deus e se ela está viva é porque Ele quis. Vejo o amor que existe entre a mãe e a filha. A própria Dra. Márcia Beani (pediatra que cuida do bebê) afirmou que quando a mãe se afasta da filha, ela fica agitada e é só a mãe voltar que ela se acalma. Deus, acima de tudo, é em Quem acredito.
Fabiana Nunes Sousa Malheiros Ribeiro
é leitora do Comércio da Franca
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Que frieza, a deste cientista, hein!
Giovane Soares de Lima
Em Campo Grande (MS) lê o site do Comércio da Franca
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Este médico só se esqueceu de dizer que Marcela contrariou a ele e a vários outros com o tempo em que sobrevive. Na verdade, esses especialistas são categóricos em dizer que crianças com esse tipo de problema vivem, no máximo, algumas horas.
Rafael Silva
é leitor do Comércio da Franca
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Quando fiz comentário sobre Marcela como ícone antiaborto, recebi algumas críticas de leitores do jornal. Gostaria que estes leitores lessem esta a entrevista do Dr. Gollop e criticassem as palavras do médico.
Eliete Neves
Em Belo Horizonte(MG) lê o site do Comércio da Franca
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Do ponto de vista biológico o geneticista pode até ser autoridade no assunto mas não tem competência para afirmar que a criança Marcela não ama. Acredito que o cientista deveria se restringir a seu limitado conhecimento humano. Amar não é sinônimo de consciência na forma entendida pela ciência. Do ponto de vista do cientista os alienados, os pacientes em coma, os mongóis graves, aqueles que sofrem de paralisia cerebral não podem ser considerada vidas humanas.
Alexandre César Lima Diniz
é advogado e leitor do Comércio da Franca
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Falar da Marcela é extremamente delicado. Sou prima de Cacilda (mãe do bebê) e sei que toda a família acompanha de perto o que se passa na vida dessa pequena. Acho que a entrevista do Dr. Gollop não tem nada de otimista; então, no que vai ajudar? O professor se refere a ela como se fosse um erro. Diz ainda que respeita a “opção da mãe” mas da forma fria como se expressa, não é o que parece. A única certeza que tenho – e muitas pessoas concordam comigo – é que Marcela é um milagre de Deus!
Grace K. G. Caetano
é leitora do Comércio da Franca
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Sinceramente, fico triste quando constato que pessoas com capacidade intelectual privilegiada como deve ter esse Dr. Gollop, são extremamente insensíveis e tratam assuntos como este com tal simplicidade. Ele diz que Marcela "não é normal". Pois bem doutor, e quem é? O senhor, que autoriza abortos, é normal? Governadores, deputados, senadores, políticos corruptos são normais? Pessoas criminosas, maldosas são? Não me cabe julgar e nem cabe a este doutor, mesmo que sob o ponto de vista médico. Se ele é mesmo tão inteligente, reconheceria que muitas coisas estão acima do seu conhecimento. Em outro ponto, ele diz que "Marcela não ama". O senhor ama ou sabe o que é o amor? Marcela tem tanto amor em torno dela, amor de Deus, dos familiares, que já contaminou muita gente e, inclusive com o exemplo de sua mãe, que outras mães não abortassem. Se isso não for amar, ou amor, então eu não sei o que é. E o senhor também afirma que "é sobrevida, que logo deve ser encerrada". Felizmente, Dr. Gollop, o senhor não é Deus. Tomara que Ele nos ensine, através desta linda família, a sermos mais humanos, com a graça d`Ele. E para finalizar : o senhor é feliz?
Eduardo Querino
é leitor do Comércio da Franca
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