Apesar de ter concordado com o repasse oferecido pelo Estado, de R$ 600 mil mensais, a Santa Casa pediu mais R$ 2 milhões para a Secretaria Estadual da Saúde para cobrir parte da dívida acumulada, que bate à casa dos R$ 30 milhões. A alegação da diretoria do hospital é que, com a demora nas negociações, o valor dos débitos aumentou muito.
De acordo com José Cândido Chimionato, entre fevereiro e maio, período em que a instituição e o Estado negociavam de quanto seria a ajuda, a dívida aumentou em quase R$ 4 milhões. “Seria uma espécie de retroatividade do acerto que fizermos. Com esse dinheiro, pagaríamos parte do que devemos”.
Os principais credores, hoje, segundo Chimionato, seriam os parceiros comerciais e parte do corpo clínico. “Nossos impostos e funcionários estão com todos os vencimentos em dia. O problema é outro: os fornecedores e os médicos estão cobrindo o déficit do SUS com seus produtos e serviços e isso é uma obrigação do governo”, disse.
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