Eu acho que ela está errada. Se eu estivesse no lugar dela, autorizaria o uso do detector manual sem um pingo (sic) de ressentimento. Como disse o leitor do Comércio, ninguém vem com uma placa onde se pode ler se o portador é do bem ou não. Não me espantaria se nos dias de hoje se uma quadrilha utilizasse alguma velhinha com muletas para entrar com algum tipo de arma dentro do banco. Tudo me parece tempestade em copo d`água.
Fábio Moraes
é leitor do Comércio da Franca
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