Há seis dias os jogadores do Unimed/Franca não sabem o que é andar com a cabeça erguida normalmente. E não é por causa de derrotas, até porque o time conseguiu vencer quatro dos cinco confrontos disputados ao longo da última semana pelo Campeonato Nacional de Basquete.
O motivo é outro: os jogadores têm passado grande parte do tempo em aviões e hotéis. Nenhum dos dois lugares foram feitos para pessoas com mais de dois metros de altura. Quem mais sofre com a falta de conforto são os pivôs Murilo, Drudi, Rafael Mineiro e Estevam.
No sábado, por exemplo, os quatro tiveram mais uma hora de “sardinha” durante o vôo de Belo Horizonte ao Rio de Janeiro. “Todo mundo fica com as pernas apertadas. No hotel, o pessoal tem que dormir com os pés para fora das camas”, disse o repórter Alex Henrique, que participa da transmissão dos últimos jogos do time pela rádio Difusora e está viajando com os jogadores. (RC)
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