Sidnei, Câmara e MP relevam denúncias de Perobelli


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MP, Ministério Público e Prefeitura. Nenhuma das esferas pretende investigar as acusações do ex-presidente da Copel (Comissão Permanente de Licitação) Caetano Perobelli. Ele afirmou que o grupo ligado do prefeito Sidnei Rocha estaria passando por “dificuldades”, já que os cargos que controlam grandes recursos estariam com pessoas de confiança do vice-prefeito, Ari Balieiro. “O ano de 2008 é de eleição e o prefeito pretende se reeleger. Aí entra a dificuldade, porque não tendo na mão as áreas chaves não pode pôr a mão no dinheiro”, disse. Gilson Pelizaro (PT) acredita que a briga é política e, por isso, não deve ser abordada nas CEIs da Câmara. “É uma briga entre os dois. Esse assunto não deve entrar na investigação”, afirmou. O reportagem do Comércio tentou falar ontem, durante toda a tarde, com o prefeito Sidnei Rocha (PSDB), mas ele não retornou às ligações nem respondeu ao e-mail. Segunda-feira, porém, ele negou a existência de racha e desqualificou a história de Perobelli. “Todos os secretários foram indicados por mim e somente o prefeito que os pode indicar. Então, não há nada de racha”. Já o promotor de Justiça Paulo Borges acredita que as acusações são “relevantes”, mas devem ser investigadas no inquérito policial. “As informações que temos serão analisadas no processo que está em andamento na delegacia seccional de Franca. Em um primeiro momento, a investigação do MP se restringe às obras no Córrego dos Bagres”. (ES)

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