Realmente o problema existe, mas não devemos generalizar, pois há muitas pessoas boas, lutadoras, que vivem no assentamento Boa Sorte. A culpa é da polícia que não fez um policiamento rigoroso no local. Sabem quem são os bandidos e é só ir atrás, mas dizer que os “sem-terras” são bandidos, aí não! Eu trabalho lá e sei que pessoas de caráter vivem junto com quem não tem um pingo de humanidade, solidariedade e respeito para com o movimento. Não é possível que o rótulo “sem-terra” vire sinônimo de gente sem caráter.
Dalva
é leitora do Comércio da Franca
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