Caso "Bagres"


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Sobre a matéria “Após MP e Sidnei, Câmara pode investigar caso”, tenho a dizer que os veradores não têm o que “pensar” para abrir uma Comissão Especial de Inquérito - CEI. Eles têm a obrigação de abrir e precisa ser com a adesão de todos, pois esta é uma das funções e obrigações (além de projetos inteligentes dos nomes de ruas) dos nossos legisladores. Se alguém se recusar a participar de algo assim é porque também está, com toda certeza, mamando na teta dessa vaca (sic). Antônio Carlos Alves Rodrigues é leitor do Comércio da Franca ***** “Promotor pede investigação policial por formação de quadrilha no caso Bagres”. A notícia em tela causa rubor nos envolvidos, mas especialmente na população. Por óbvio, todos devem ser tratados igualmente pela lei, não devendo portanto causar estranheza a apuração capitaneada pelo combativo promotor que, solitariamente, tem enfrentado moinhos reais. Também, defeso imputar-lhe motivação política, porque os indícios sobejam, e foi um ato de ofício e coragem levá-los a termo. Investigar não significa condenar, apenas esclarecer. Se não há farpas, melhor inclusive para os envolvidos, porque a verdade os eximirá da conduta aventada. Aliás, casos dessa índole delitiva devem mais movimentar a máquina do Ministério Público, atolado, tal qual um avestruz, em processos criminais de somenos importância, tais como os que apuram furtos de TV e DVD na periferia da cidade. Os rigores do MP devem ser direcionados aos delitos mais requintados e menos praticados pelos miseráveis que ilustram diariamente as páginas policiais, porque como órgão independente dos três poderes faz emergir o sentimento de que algo pode ser feito em prol dos menos favorecidos desse País. Adelante Rocinante! Adauto Casanova é leitor do Comércio da Franca

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