Mais que mães, são verdadeiras guerreiras


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Rosemara dos Santos beija o filho Jheck Breener de Oliveira: “Sempre sonhei em ser mãe. Ele é meu anjinho”
Rosemara dos Santos beija o filho Jheck Breener de Oliveira: “Sempre sonhei em ser mãe. Ele é meu anjinho”
Cacilda, Rosemara e Márcia. Três mulheres que não se conhecem. Cada uma tem sua história que, no final, se resume a uma só: o amor incondicional aos filhos. São mães. São guerreiras. As três são, acima de tudo, exemplos de mães. Mulheres que até pouco tempo eram totalmente desconhecidas, ganharam destaque na mídia depois de provarem que são capazes de tudo pelos filhos. Não importa o sofrimento que enfrentam nem as críticas que recebem, elas têm certeza de que estão fazendo a coisa certa. Cacilda Galante Ferreira, há seis meses, é pura dedicação à pequena Marcela de Jesus Galante Ferreira, bebê que nasceu sem cérebro em Patrocínio Paulista. Já Rosemara dos Santos só vive para o filho Jheck, 6, há mais de dois anos. O garoto sofre de síndrome metabólica degenerativa e depende de aparelho para respirar. Márcia Jerônima saiu do anonimato e ganhou notoriedade em todo o País depois de pular em um poço para salvar o filho Gabriel, 7, que se afogava. Elas são mães e provaram que não há limites para o amor materno. “Ser mãe é se entregar por completo e dedicar todo o tempo que for necessário. Vou agradecer eternamente por Deus ter confiado em mim e ter me dado a grande graça de ser mãe deste ‘pequeno grande milagre’ que é a Marcela”, disse Cacilda. A história de Rosemara também é especial. Na adolescência, trabalhou como babá e sempre sonhou em ter sua própria família. Com o nascimento de Jheck na precocidade dos seus 17 anos, começou a construir sua família. Mas o sonho correu risco de se desfazer pouco tempo depois, quando descobriu que o filho sofria de uma doença raríssima e progressiva. “Tive muito medo que meu filho partisse a qualquer momento. Sofro muito, mas vivo o presente. Não penso no futuro, nem no pior”. Márcia Jerônima ficou conhecida como “mãe coragem” e ganhou o título de heroína após ser flagrada pelo fotógrafo Tiago Brandão, do Comércio da Franca, no exato momento em que livrou o filho Gabriel da morte. Com a falta d’água enfrentada pela cidade, ela foi até um “piscinão” formado em construção abandonada na Avenida Major Nicácio para buscar água, quando o filho caiu no poço ao tentar pegar uns peixes. Sem saber nadar, Márcia se atirou na água e agarrou o garoto. As 26 fotos do salvamento foram feitas em 40 segundos no dia 22 de janeiro e publicadas pela imprensa do mundo todo. “Nem pensei na hora que não sabia nadar. Sei que Deus estava do meu lado naquele momento e deixou eu evitar que o Gabriel se afogasse”, disse a mãe, que deseja esquecer o perigoso episódio que quase levou um dos filhos gêmeos dela. “Só me importa lembrar que ele está aqui comigo e bem, feliz”. Mas se precisar, sabe que fará tudo de novo. “Por um filho, a gente é capaz de tudo”. Conheça a história mais detalhada de Rosemara e Cacilda (em textos na página ao lado), que hoje, assim como todas as mães, comemoram o dia especialmente delas.

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