Escolta atrasa, ré não comparece e julgamento é adiado em Batatais


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Estava tudo pronto. Policiamento reforçado na entrada do Fórum, jurados a postos, Promotoria e defesa devidamente preparadas, juíza pronta para começar os trabalhos. Mas, cadê a ré? Edna Emília Milani, 25, co-autora do crime que ficou conhecido como "Chacina do Alvorada", ocorrido em Batatais em março de 2002, sentaria no banco dos réus novamente ontem. Porém, sem escolta providenciada a tempo, não chegou no horário previsto. Condenada a 132 anos, dez meses e oito dias de prisão em seu primeiro julgamento, realizado em maio do ano passado, Edna deveria encarar os jurados a partir das 9 horas. Por volta das 9h30, nem sinal da ré. O Fórum recebeu a informação de que ela ainda estaria na Penitenciária Feminina de Santana, na capital do Estado, onde cumpre pena. Em poucos minutos, a decisão: o julgamento foi adiado. "Edna simplesmente não compareceu. Fomos informados que não conseguiram escolta para ontem e somente a poucos minutos, às 9h30, é que ela sairia de São Paulo", disse o promotor de Justiça Eduardo Pereira Gomes. Pelo horário em que Edna chegaria a Batatais (por volta das 14 horas), ficaria inviável a realização do julgamento. "A juíza se certificou do não comparecimento e adiou o julgamento. Uma nova data será designada".

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