É de conhecimento comum no Brasil, e especificamente nos pólos calçadistas, a grave crise que abala o setor coureiro-calçadista. Sabemos da existência de grandes e tradicionais indústrias, que enfrentam sérios problemas fiscais e financeiros com algumas necessitando encerrar atividades. O grupo Amazonas, apesar de todos os problemas que o setor vive, cumpre com suas obrigações, efetua total pagamento de impostos sem sonegação fiscal, ou qualquer outra fraude relacionada à legislação, ao meio ambiente, e principalmente, à moralidade. A empresa deve ser tratada com mais respeito por todos nós que acabamos por esquecer as inúmeras benfeitorias que a mesma realizou em prol da nossa cidade, sendo parte fundamental e importante da história francana. Empresas modernas e atualizadas e do porte da Amazonas têm de realizar certos cortes e ajustes, para se adequarem às novas coordenadas do mercado. As pessoas e o jornal deveriam lembrar-se de tudo o que a empresa já fez, e do que ainda poderá fazer com a possível recuperação do setor e, ao invés de retaliações, críticas infundadas, maldosas e em grande parte difamatórias e caluniosas, deveriam proclamar palavras e mostrar gestos de gratidão, companheirismo e civilidade. Afinal, nos esquecemos que milhares de pessoas dependem da Amazonas e de suas filiais para sobreviverem. O próprio setor de calçados depende da mesma para sobreviver. Sem ela, o setor todo pára, da noite para o dia.
asdad
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