Durante sua visita ao Brasil, o papa Bento XVI declarará o beato frei Galvão o primeiro santo brasileiro. Embora tenha nascido em Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, e nunca tenha passado por Franca, relíquias ósseas do futuro santo podem ser vistas em duas igrejas da cidade. A primeira fica na Catedral e foi trazida à cidade logo após a sua beatificação em 1998, a segunda acaba de ser doada para a Paróquia São Judas Tadeu, na Vila Nova.
A São Judas é dirigida por franciscanos, a mesma ordem de frei Galvão, e mantém no Jardim Pulicano, na Zona Oeste da cidade, uma comunidade dedicada ao beato, patrono da construção civil.
Uma capela que levará o nome do santo deve começar a ser construída no bairro logo após a cerimônia de canonização marcada para sexta-feira.
Doada pelo bispo diocesano dom frei Caetano Ferrari, a relíquia entregue ao Frei Mauro Luiz Oliveira está em exposição até amanhã, quando os fiéis e devotos do beato encerram uma novena em ação de graças à canonização. “Acolhi a doação com espírito de gratidão. É sinal de reconhecimento e motivação ao trabalho que realizamos na comunidade dedicada ao beato frei Galvão que agora se tornará o primeiro santo brasileiro”, disse o frei.
Depois da cerimônia em São Paulo, onde haverá a participação de dois ônibus da paróquia, haverá uma missa solene no sábado às 19 horas.
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