Família acredita que sapateira foi assassinada


| Tempo de leitura: 1 min
Dezenove de agosto de 2005. A sapateira Andréia dos Santos Silveira, 21, moradora no Jardim Aeroporto II, saiu do emprego mais cedo. Informações passadas pelo chefe da jovem é que ela pretendia ir ao médico. Pouco depois do horário do almoço, ela deixou a sede da empresa sem se despedir dos colegas de trabalho. Não foi mais vista. Andréia não foi ao médico e desapareceu sem deixar pistas. Na época de seu desaparecimento, várias pessoas foram ouvidas. Familiares atribuem o sumiço da jovem a um crime de morte. Durante as investigações, a polícia recebeu denúncias informando que ela estava morta e o corpo enterrado. A Polícia Civil fez dez escavações em terrenos do Aeroporto II, mas todo trabalho foi em vão. A sapateira vivia com o companheiro de 28 anos no Jardim Aeroporto II. Segundo familiares, ela não teria motivos para fugir sem deixar pistas. Andréia era mãe de uma menina de 6 anos e um garoto de um ano. Quase dois anos após o desaparecimento, os familiares ainda vivem o drama de não saber o paradeiro da sapateira. Alexandre Santos, irmão de Andréia, cobra mais empenho por parte da polícia no esclarecimento do caso. “Parece que eles pararam de investigar. Toda família ainda vive um verdadeiro dilema a respeito do desaparecimento de minha irmã. Ela era muito amorosa com os filhos. Não acredito que iria abandoná-los assim de uma hora para outra. Acho que algo terrível possa ter acontecido e quem fez a maldade deve pagar”. (DR)

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários