Presidente recua e retira o projeto do transporte escolar


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Luiz Carlos Fernandes (PDT) e Graciela Ambrósio (PDT) discutem durante a sessão de ontem: projeto do pedetista aprovado ontem cassa alvará de farmácias que venderem produtos abortivos
Luiz Carlos Fernandes (PDT) e Graciela Ambrósio (PDT) discutem durante a sessão de ontem: projeto do pedetista aprovado ontem cassa alvará de farmácias que venderem produtos abortivos
O presidente da Câmara, Joaquim Ribeiro (PSB), recuou e, na sessão de ontem, retirou o projeto que previa o aumento no número de vans escolares na cidade de 131 para 178. A justificativa do parlamentar foi um acordo informal fechado diretamente com os representantes da categoria, mas a pressão exercida pelos profissionais também pode ter influenciado na decisão. Segundo Ribeiro, não houve recuo. "As pessoas que me motivaram a apresentar o projeto (seriam outros condutores interessados na licença) nem se fizeram presentes. Os atuais condutores, sim, manifestaram seu pensamento. Então, fizemos um acordo e a própria associação deles organizará o aumento das vagas até o fim do ano", disse. Outro momento interessante da sessão foi um projeto de lei do vereador Marcelo Mambrini (PMN). O assunto, comum no plenário, eram os nomes de ruas. Mambrini quer uma alteração na lei atual, que prevê a homenagem somente a mortos, para oferecer a honraria também aos vivos. A grande maioria se posicionou contrária à idéia. "Já temos mecanismos para homenagear gente viva", disse Rui Engrácia (PSDB). Após outras "delicadas" ponderações, o vereador achou por bem pedir adiamento por duas sessões. "Vou adiar, mas espero que pensem bem no assunto", disse o sargento. No mais, destaque para a aprovação do projeto de Luiz Carlos Fernandes (PDT), que prevê a cassação de alvará de farmácias que venderem medicamentos abortivos, como o Citotec. INUSITADO Pela primeira vez em várias semanas não foram discutidos projetos do prefeito Sidnei Rocha (PSDB). Assim, somente os seis artigos de autoria dos parlamentares foram para a pauta do dia. Consultados pela reportagem, assessores do tucano disseram que a ausência não tem motivação especial e que o feriado do Dia do Trabalho quebrou um pouco a rotina do gabinete. "Além disso, não havia nada urgente", disse.

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