Enquanto aguardava para prestar depoimento, “Panóca” concedeu entrevista ao Comércio e à rádio Difusora. De poucas palavras, ele não detalha os crimes que lhe são imputados.
Comércio - Por que você matou o pintor?
Panóca - Ele passou a mão na bunda da minha namorada.
Comércio - Você o viu fazer isso?
Panóca - Não, mas ela me falou. Cheguei em casa e ela me falou.
Comércio - Como você matou o Francisco?
Panóca - Primeiro, entramos em luta corporal e depois cada um foi para sua casa. Aí ele voltou para a minha casa com uma faca na mão e começamos a brigar de novo. Consegui torcer o braço dele e enfiei a faca. Nem sabia que tinha atingido, não. Quando ele pôs a mão assim (na barriga), eu saí correndo. Fiquei sabendo pela rádio que ele tinha morrido. Quando descobri que tinha molhado lá (dado problema, encontrado o corpo), fui para São Paulo
Comércio - A briga foi na sua casa, mas o pintor foi encontrado na quitinete dele....
Panóca - Na hora que o atingi, ele ficou na minha casa. Não morreu na hora. Estava consciente e foi sozinho para a casa dele. Depois é que morreu.
Comércio - Você e sua mulher não o arrastaram até lá?
Panóca - Isso não existiu, não. Ela não colocou a mão nele.
Comércio - É verdade que mandou matar o pai dela?
Panóca - Dele, não sei de nada, não. Não tenho nada a ver com isso.
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