Durante esta semana, 13 imóveis foram desapropriados pela Prefeitura nas áreas de risco do Jardim Dermínio, na região oeste da cidade. Outros 12 estão em apreciação, além de dois que já estão na Justiça porque os proprietários não concordaram com os valores apresentados.
De acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura, nove famílias já tiveram suas desapropriações feitas, com escrituras lavradas, o que representa uma economia de R$ 38 mil por ano com os aluguéis que eram pagos pela Prefeitura.
A advogada Maria Inês Ferreira Conceição explica que o problema da organização documental na prática é complexo.
“Muitos adquirentes não possuem escritura e nem averbação das casas, requisitos básicos para que seja iniciado o processo de desapropriação. É preciso fazer entrevistas e orientações, retirada de certidões nos cartórios, no INSS e fazer negociação amigável quanto aos valores apurados pelos peritos técnicos”.
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