Ribeirão Preto e São Joaquim da Barra lideram os registros de incidência de dengue na região. Somente em 2007, São Joaquim teve 42 casos positivos. A Vigilância Epidemiológica constantemente faz arrastões para combater o mosquito Aedes aegypti (transmissor da dengue) em todos os bairros da cidade.
Na tentativa de conscientizar o público infantil sobre o problema, a Secretaria de Saúde troca picolés por objetos que sirvam de criadouros do mosquito. A troca acontece sempre que há arrastões.
Em Ribeirão Preto, a situação é ainda mais preocupante. Neste ano foram contabilizados 755 casos e a previsão é de que o número aumente mais. O maior índice de contaminação está nas vilas Virgínia, Recreio, Tibério e Campos Elíseos.
Em outras cidades vizinhas a Franca, o trabalho de combate tem surtido efeito e nenhum caso foi registrado. "Há três anos não temos dengue na cidade. Se aparece casos suspeitos ficamos em alerta", disse a enfermeira chefe da Vigilância Epidemiológica de Pedregulho, Débora Piola. Os agentes de vetores estão sempre percorrendo as casas para evitar que larvas do mosquito sejam encontradas.
A Vigilância Sanitária de Cristais Paulista também mantém dois agentes de vetores percorrendo a cidade constantemente. O trabalho tem dado certo. "O último caso que registramos na cidade foi há 9 anos. Além de orientar a população, realizamos um trabalho de conscientização com as crianças nas escolas", disse a coordenadora dos vetores, Priscila Batista.
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