A prática de assaltos a curtumes tem se tornado cada vez mais rotineira e vem aterrorizando as cidades da região. A Polícia Civil desconfia, porém, que os assaltantes pertençam todos a uma mesma quadrilha, que seria especializada neste tipo de roubo.
O delegado Wanir José da Silveira acredita, ainda, que os suspeitos podem ser os mesmos que tentaram roubar outro curtume, em março, na cidade mineira de Claraval. “A forma como eles prendem as vítimas é parecida. O couro é um produto fácil de ser vendido. Vamos investigar se este caso de Patrocínio Paulista tem conexão com o ocorrido em Claraval”.
O curtume Toinzinho, em Claraval, foi invadido por cinco homens. Com a finalidade de roubar grande quantidade de couro, sete funcionários do estabelecimento foram feitos reféns e amarrados pelos marginais. A ação chegou a ser frustrada pela polícia mineira, que tomou conhecimento do crime e chegou a trocar tiros com o bando.
Minutos depois, os policiais conseguiram dominar quatro assaltantes, que na época foram apresentados na delegacia de Ibiraci (MG), mas foram liberados no dia seguinte, segundo o delegado daquela cidade, por falta de provas.
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