Chuí dá a receita para vencer


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Há cinco anos, quatro grandes conhecidos do Unimed/Franca estavam, como agora, em Sunchales, na Argentina. Vestiam outra camisa, a do Vasco da Gama, e disputavam a final da Liga Sul-Americana com o time da casa, o Club Deportivo Libertad. Helinho, Rogério, Chuí e o técnico Hélio Rubens Garcia buscavam a taça, mas não obtiveram sucesso na série, perdendo por 3 a 1 (78 x 77, 81 x 83, 100 x 99 e 95 a 85). A decisão foi apimentada com todos os ingredientes que envolvem os confrontros entre argentinos e brasileiros. “Tivemos um bom jogo até os cinco últimos minutos. Estávamos ganhando. No final, a equipe deles acabou fazendo uma seqüência de cestas e venceu”, recordou Chuí. Conhecendo bem como é jogar no Ginásio Hogar de los Tigres em uma decisão, Chuí, que se aposentou da carreira de jogador e hoje é técnico, disse acreditar na vitória francana hoje. “Acho que eles têm muita chance. O time está jogando em um padrão bom.” Dos argentinos, o técnico Chuí destaca a paciência. “É um jogo difícil. Eles mantêm a calma para dar o bote certo”. De alerta para o time de Franca, o ex-jogador ressalta que a marcação no pivô quatro e no melhor arremessador deles pode ajudar a segurar o placar. “A defesa argentina marca com um contato mais forte. Então, acho que vai depender muito do pivô estrangeiro deles”, disse Chuí, destacando o pivô adversário Robert Battle, que tem 2,04 metros e pegou 63 rebotes, dez a mais que Drudi. Na partida disputada por Chuí em 2002, o Libertad tinha três jogadores estrangeiros (Monty Wilson, Emeka Okenwa y Patrick Saboy). Neste ano são dois: Battle e Cleotis Brown. (Rodolfo César)

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