A viagem para Sunchales começou às oito da manhã de ontem, em Guarulhos, para a delegação do Franca Basquete. O elenco deixou o Aeroporto de Cumbica em um vôo para Córdoba, via Cuidad del Este, no Paraguai. A chegada ao destino se deu pouco depois das 15h30. Depois, mais quatro horas e meia foram passadas em um ônibus que percorreu várias estradas (inclusive de chão batido) da Província de Santa Fé até que todos estivessem instalados no confortável Hotel Casiq.
Aí, era só descansar, certo? Errado. Mal chegaram no hotel, jogadores e comissao técnica rumaram para o ginásio municipal, onde fizeram treino de reconhecimento do local. Atividades leves, é verdade, mas exaustivas devido ao longo percurso até Sunchales. “É desgastante, mas tudo vale a pena na busca pelo título”, disse o armador e capitão Helinho.
Depois do treino, que durou entre 20h03 e 22 horas, a delegação se dirigiu a um restaurante para jantar. O time regressou ao hotel, onde já não se via ninguém em pé às 23 horas. “Vou dormir muito. Estou quebrado. Amanha (hoje) quero estar inteiro para enfrentar os argentinos”, disse o pivô Murilo.
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