Eu não sou advogada. Concordo com o leitor quando fala de que em nosso País falta mais ação da polícia, mas entendo que a pena de morte só seria aplicada em casos em que o autor do crime fosse identificado (onde não cabe a fala do ilustre advogado quando diz que de nada serve a pena de morte se não for identificado o culpado!!!). E isso não seria sede de vingança, mas a certeza de que o culpado não cometeria, de novo, o crime hediondo que cometeu. Seria um mau elemento a menos a perturbar a vida das pessoas de bem. Questiono, ainda, as vezes em que a polícia descobre o criminoso, prende-o e o Comitê de Direitos Humanos vem dizer que o pobre coitado agiu desta forma porque é um pária da sociedade, que não tem culpa por não ter tido uma vida e uma educação dignas, etc e tal; libertando e lhe permitindo voltar, como erva daninha, para o seio da sociedade. Que país é esse? É o nosso.... (A leitora se manifesta sobre comentário do leitor Alexandre César Lima Diniz, publicada em 12 de abril, disponível no link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=15824)
Eliete Neves
é leitora do Comércio da Franca
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