Não entendo vereador que defende direito de trabalho a camelô que vende produto pirata. Tenho que pagar Simples, ICMS, CPMF, etc, para poder trabalhar. Isso é lei e ai de mim se não pagar. Mas tenho que concorrer com produtos da China, via Paraguai, distribuídos por camelôs, ou então, feitos na clandestinidade para abastecer a 25 de Março, na capital de São Paulo. O Brasil não é apenas um País, mas dois, o legal e o ilegal, e com os legisladores do legal defendendo o ilegal. Tô doido, tô doido, tô doido... (sic). (Para entender o assunto: em 12 de abril, o Comércio publicou a matéria que dá título a este comentário, sobre projeto de lei do prefeito Sidnei Rocha destinada a fechar bancas de camelôs que comercializam produtos pirateados. Leia no link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=15835)
Marcelo Rodrigo
é leitor do Comércio da Franca
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.