‘Pacientes não têm paciência’, diz diretora


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Ao ser procurada para comentar a existência de filas que começam ainda de madrugada para agendar consultas, a diretora regional da UBS do Aeroporto III e IV, Beatriz Ede Royo, disse que o problema é a falta de compreensão do sistema por parte dos usuários. "Cada especialista tem o dia certo para marcar e tudo depois das 14 horas. Não precisa madrugar na porta da UBS. O problema é que as pessoas não têm paciência e querem ser atendidas no dia". Beatriz afirma que o problema é que os pacientes acham que UBS oferece pronto-atendimento. "Temos cartazes avisando que é preciso agendar as consultas e há horários e dias para se fazer isso. Mas as pessoas querem chegar aqui e serem atendidas". A diretora afirma ainda que são reservadas cinco vagas por dia, caso alguém chegue ao local passando mal. E é justamente por conta dessas cinco vagas que os moradores madrugam na fila. "Quem vai avaliar é a enfermeira. Se puder esperar, só será atendido com agendamento".

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