Da obra para a prainha


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A prainha de Rifaina fica lotada em feriados. Para evitar afogamentos com banhistas, a prefeitura mantém dois salva-vidas em fins de semana e quatro em feriados. Durante a semana, eles trabalham como pedreiros, mas a prefeitura garante que eles têm experiência. Para Jairo Sérgio de Souza, fiscal de praia e monitor dos salva-vidas, esse trabalho preventivo ajuda a evitar que turistas morram. Comércio - Quando foi registrado o último afogamento na prainha de Rifaina? Jairo Souza - Não registramos casos de afogamento há mais de dois anos. Comércio - A que se deve esse bom resultado? Jairo - Acho que ao trabalho de conscientização que realizamos com os banhistas e também à presença dos salva-vidas na prainha. Comércio - Foi feito algum salvamento no ano passado? Jairo - Sim. Realizamos dez salvamentos, mas foram situações leves e felizmente ninguém morreu. Comércio - A maioria das vítimas são crianças? Jairo - Não. Pelo contrário. A maioria dos salvamentos foi de adultos. Muitos abusam e infringem a orientação de não entrar na água depois de beber ou comer. Comércio - Muitos banhistas falam que nunca viram um salva-vida na prainha de Rifaina. Como esses profissionais podem ser identificados? Jairo - Eles usam camisetas e short vermelho e na roupa está escrito salva-vida. Estão sempre lá. Comércio - Eles passaram por algum treinamento? Jairo - Todos já têm experiência com salvamento. Eles já trabalham no Águas do Vale. Comércio - E o que fazem durante a semana? Jairo - Serviço braçal, como servente e pedreiro.

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