Bruno trabalha como técnico em enfermagem desde 1987 e nunca sofreu nenhum tipo de preconceito por trabalhar em uma área em que a grande maioria dos profissionais é do sexo feminino. "As coisas mudaram muito. Quando comecei a trabalhar com enfermagem, eram pouquíssimos homens atuando no setor. Há alguns anos atrás que esta situação começou a mudar".
Ele afirma que nunca foi vítima de brincadeiras ou insinuações, apesar de estar ciente de que muitas pessoas pensam que a maioria dos enfermeiros é homossexual. "O que conta entre nós é a capacidade profissional, a vontade e a determinação em cuidar dos pacientes, e não a opção sexual".
Para ele, a atuação dos homens no ramo da enfermagem é muito positiva. "É um trabalho de integração, pois as mulheres entram com a delicadeza e cuidado com os pacientes. Quando é preciso usar a força, entra o nosso trabalho".
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