Sabe quando você quebra o ovo e se depara com o cheiro forte de produto estragado e choco? Pois os alunos da Escola "Professora Maria Cintra", Katerini Mata Diniz Ferreira,14, e Igor Henrique de Almeida Franciscone,14, do primeiro ano do Ensino Médio, pensaram no problema e encontraram uma forma de evitar este aborrecimento. Eles criaram o "Ovoscópio", um aparelho em que, pela luz, é possível observar se um ovo está contaminado, bom para reprodução ou até mesmo para consumo humano.
A experiência dos alunos consiste em uma caixa de madeira com um orifício no centro de onde sai luz, vinda de uma lâmpada . Ao colocar o ovo em cima do orifício, ele é iluminado e sua casca se torna transparente. O processo possibilita que se observe a parte interna do ovo, como a separação de gema e da clara, o espaço de ar formado entre as membranas e a clara, assim como a forma do embrião e o nível de contaminação do ovo. "Um produto similar é comprado em lojas especializadas por R$ 45. Já o que nós inventamos, sai por apenas R$ 5", disseram os inventores, empolgados com o sucesso do empreendimento.
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