"Pegar maconheiro não era serviço dele"


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Sou sobrinho da vítima e gostaria muito de perguntar a Odirley se ele faria novamente o que fez: dar 13 facadas para se "defender". É muito fácil assassinar uma pessoa digna, um mero trabalhador que apenas não queria ver gente fumando um “baseado” frente a sobrinhos de menor idade. Eu perguntaria também a você, Odirley, que Deus é o seu, que ensina que é preciso tirar a vida de alguém, quando quiser se defender? Concordo com você só nisso: o que sua vítima fez não era trabalho dele, era realmente trabalho para a polícia, mas se meu tio se manifestou foi simplesmente para proteger a família. Espero que a Justiça divina lhe faça pagar pela vida do nosso tio. Também, pelo sofrimento que você está causando a todos nós. Que o bom Deus te abençoe e que seus atos possam ser julgados pela justiça humana que tardará, mas também não haverá de falhar. (Entenda o assunto: em 5 de abril o Comércio publicou entrevista com o personagem tratado nesta nota, que tinha acabado de matar seu tio. O leitor pode conferir a matéria no link http://www.comerciodafranca.com.br/materia.php?id=15626, no site www.comerciodafranca.com.br) CRS é leitor do Comércio da Franca

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