Presidente admite contrato com mulher de procurado


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Após sofrer um acidente de trânsito e ficar paraplégico, o policial militar aposentado Luiz Maurício Alves dos Santos, 39, resolveu montar, em 2001, a Associação dos Deficientes do Gama e Entorno. Ele é o presidente da entidade e disse não saber que os integrantes do grupo eram procurados pela Justiça. Também negou ter passagens policiais. Luiz Maurício afirmou que havia feito um contrato com a mulher de Justino (um dos homens presos em Franca), para que ela recebesse donativos em nome da entidade. Segundo o acertado, a mulher teria que repassar, mensalmente, um valor fixo de R$ 500, além de próteses e cadeiras de rodas arrecadados. Roupas e calçados seriam vendidos em bazares. “Não sabia que havia criminosos usando o nome da entidade. Agora que tomei conhecimento da situação, tomarei providências. Vou anular o contrato. Somos uma entidade sem fins lucrativos e funcionamos legalmente. Nunca tive problemas com a polícia”.

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