Depois de quase 60 dias da fatalidade que matou o estudante Pedro Augusto Resende Maia, 14, a vala que escoa água e teria sido responsável por arrastar o garoto até o Córrego dos Bagres, onde morreu afogado, foi fechada nesta semana pela Autovias.
A concessionária que administra a Rodovia Cândido Portinari é a responsável pelos bueiros daquela região, pois os “canos” são utilizados para escoar a água que vem da rodovia em dias de chuva.
De acordo com a assessoria de imprensa da empresa, foram colocadas grades de ferro em três caixas de coleta de água da chuva. A medida serve para evitar que novos acidentes aconteçam nestes locais. A Autovias não informou o porquê da demora para instalação das grades. “É uma forma de prevenção e a colocação foi feita no fim de semana que passou”, disse a assessoria.
O acidente que envolveu o garoto aconteceu no dia 1º de fevereiro durante uma intensa chuva. Maia, que estava acompanhada de amigos, foi tentar atravessar a vala e foi carregado pela correnteza. Ele ficou desaparecido e foi encontrado afogado na manhã do dia seguinte, cerca de três quilômetros abaixo do posto Galo Branco. Na ocasião, a vala não possuía nenhum tipo de barreira de segurança, nem mesmo uma placa alertando para o perigo da área.
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