Descubra onde comprar peixe mais barato


| Tempo de leitura: 2 min
A professora Luciana Menezes pesquisou bastante antes de comprar peixes para consumo na Semana Santa. “A melhor receita é pesquisar”, garante
A professora Luciana Menezes pesquisou bastante antes de comprar peixes para consumo na Semana Santa. “A melhor receita é pesquisar”, garante
Durante a Quaresma, muitos fiéis deixam de consumir carne vermelha como forma de penitência ou sacrifício. Por conseqüência, a venda de peixes e frutos do mar chega a dobrar neste período. Para auxiliar os consumidores (e fiéis), o Procon, órgão de defesa do consumidor, fez uma pesquisa em sete estabelecimentos da cidade, entre peixarias e supermercados. Resultado: uma diferença de preço de até 56,3% em relação a um mesmo produto. Os 12 fiscais que trabalharam na pesquisa consultaram o valor de 22 tipos de peixes e pescados. O peixe mais barato é o Piau, cujo quilo é vendido por R$ 3,58, no Wal-Mart. O produto que apresentou maior variação no preço foi a sardinha. No Supermercado Pedigoni Serv, ela é vendida por R$ 4,60. Já no Compre Bem, o mesmo peixe é comercializado a R$ 7,19, o que representa uma diferença de 56,30%. As oscilações também foram constatadas em todos os tipos de bacalhau, um dos peixes mais vendidos na Quaresma. Foram verificados os preços dos quatros tipos mais populares do peixe (Porto, Saith, Zarbo e Ling). O quilo do tipo Saith, por exemplo, é vendido por R$16,50 no Compre Bem. Já no Pedigoni Serv, o peixe custa R$ 23,74. Já o Zarbo está mais barato no Pedigoni Serv, onde o quilo custa R$19,50, e mais caro R4 25,98, no Savegnago. Entre os tipos de bacalhau mais “salgados”, o Ling varia 45,28% (R$ 26,50 no Carrefour e R$ 38,50 no Gimenes). Por fim, o bacalhau do Porto custa de R$ 38,48 no Carrefour a R$ 46,50 no Pedigoni Serv. José Antônio Guimarães, superintendente do Procon em Franca, afirmou que a pesquisa só foi divulgada agora porque, na semana que antecede a Páscoa, o consumo de peixes cresce ainda mais. “Precisamos orientar os consumidores não só quanto aos preços, mas também sobre as condições de conservação destes produtos, que são perecíveis, com exceção do bacalhau, que já é salgado e não estraga com tanta facilidade e rapidez”. Fernando Baldochi, chefe da Vigilância Sanitária em Franca, afirmou que a fiscalização nas peixarias e supermercados da cidade foi intensificada. “Estamos monitorando com freqüência a qualidade de peixes, pescados e frutos do mar vendidos em Franca. São produtos perecíveis e esse acompanhamento tem que ser constante”. A professora Luciana Menezes disse que pesquisou muito antes de comprar os peixes para consumir durante a Semana Santa. Para ela, o resultado da cotação foi surpreendente. “Em alguns supermercados, os preços estão mais baixos que no ano passado. A melhor receita realmente é pesquisar muito, que a economia aparece”.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários