‘Comércio’ erra: não há indícios que estupro aconteceu na Apae


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Diferentemente do que foi publicado na edição do Comércio do dia 21 de março de 2007, na página A-6, nada indica que o estupro de uma estudante de 22 anos, portadora de síndrome de Down, tenha ocorrido nas dependências da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Patrocínio Paulista. Segundo as investigações da polícia da vizinha cidade, o local onde ocorreram os fatos ainda é uma incógnita. Moradora de Itirapuã, a jovem em questão freqüenta aulas na Apae de Patrocínio. No dia 8 de março, uma funcionária da instituição verificou nas partes íntimas da moça sinais de possível violência sexual, enquanto a mesma era banhada. A vítima foi examinada por um médico legista, que confirmou o estupro e atentado violento ao pudor (coito anal) contra a jovem. Segundo o delegado de Patrocínio, Manir Martos Salomão, todas as providências para prender o tarado estão sendo tomadas. “A vítima não consegue se expressar para apontar o culpado. Assim, faremos hoje uma acareação entre ela e alguns suspeitos para vermos se ela identifica o estuprador”, disse Manir, acrescentando que a jovem mora em um sítio em Itirapuã com a irmã, o cunhado e um irmão de 15 anos. O erro de informação publicado na matéria ocorreu na fase de edição final da matéria. Trabalhando há 23 anos com crianças excepcionais, a Apae de Patrocínio Paulista é uma instituição séria e com destaque regional na prestação de serviços aos necessitados.

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