‘Sou uma vítima de perseguição política’


| Tempo de leitura: 1 min
O comerciante José Alair Ribeiro, 50, é dono de um bar defronte ao campo do Jardim Tropical. Presidente da Liga de Chacrobol de Franca, organiza o torneio realizado no bairro. Ele admitiu parte dos problemas, mas atribuiu as reclamações ao que chama de interesses políticos de alguns vizinhos. “Nosso campeonato é tradicional e recebe bom público. Não vou negar que temos dificuldades, mas tenho feito muitas melhorias”. José Alair disse ter construído quatro banheiros no campo com recursos próprios. Afixou sete placas em torno do alambrado orientando os torcedores a usar somente os banheiros, não soltar bombas e não usar drogas em volta do campo. “Estamos tendo problemas com a vizinhança”, diz o recado. José Alair nega que os moradores tenham perdido a liberdade e que não podem usufruir do campo. “Isso, não é verdade. Só uso o campo meio período durante o fim de semana. O portão sempre fica aberto à disposição da comunidade”. O comerciante afirma ser o responsável pela instalação de uma escolinha de iniciação esportiva da prefeitura no campo do qual toma conta. “Sempre forneço bolas, redes e uniforme para os meninos. Vamos promover uma competição para eles”. O dinheiro arrecadado com as competições seria destinado ao pagamento das premiações às equipes vencedoras. “Se algum time não pagar a inscrição, tenho que tirar do meu bolso. A preocupação delas (das pessoas que reclamam) é com o meu bar. Pensam que estou ficando rico, mas só ganho R$ 0,30 por cerveja”.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários