Os 180 mil clientes da CTBC que possuem telefone fixo na cidade já podem optar por um dos dois planos de migração do sistema de cobrança de pulsos para minutos. A novidade foi anunciada em uma entrevista coletiva na manhã desta terça-feira pelo diretor regional de negócios da empresa, Luiz Fernando Resende. Para o consumidor, a CTBC criou dois planos: o Básico e o Alternativo.
No Básico, a franquia é de 200 minutos para clientes residenciais. A chamada passa a ser cobrada depois de três segundos que for atendida. A cobrança mínima é de 30 segundos, o que significa dizer que, mesmo que o consumidor fale apenas 10 segundos, terá de pagar pelos 30. A partir deste intervalo de tempo, a cobrança é feita a cada seis segundos (com o valor proporcional, ou seja, um décimo do cobrado pelo minuto).
Já no Plano Alternativo, a franquia é de 400 minutos. Depois de três segundos de atendida a ligação, o consumidor já paga uma taxa equivalente a quatro minutos (que não serão usados). O tempo que durar a conversação será tarifado a intervalos de seis segundos. O valor da assinatura básica para os dois planos é o mesmo, R$ 38,29. O que difere é o preço do minuto.
Para saber qual a melhor opção para sua conta, o consumidor deverá primeiro estudar o perfil das suas ligações, anotando o tempo médio de duração de cada uma e o número de telefonemas feitos. “Se forem poucas ligações, com a maioria durando menos de três minutos, o consumidor deve optar pelo Plano Básico. Já se o perfil mostrar que as ligações ultrapassam os quatro minutos, o ideal é que opte pelo Plano Alternativo, que será mais econômico. O mesmo vale para quem tiver instalada em casa a internet discada”, disse Resende.
Para optar pelo Plano Alternativo, o interessado deve entrar em contato com a CTBC pelo telefone 0800 342002 ou no site www.ctbc.com.br e pedir a alteração. A migração para o Plano Básico será automática. As lojas de atendimento CTBC também farão esclarecimentos. “Os clientes receberão as informações nas contas telefônicas, mas estamos à disposição para tirar todas as dúvidas”.
De acordo com o diretor regional, apesar da opção ser feita agora, ela só passará a valer efetivamente em 30 de junho, quando a mudança no sistema de cobrança (que deixará de ser feita por pulso para ser baseada em minutos) for definitiva.
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