Jardim Dermínio: moradores exigem conserto de ponte


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Moradores do Jardim Dermínio estão revoltados com situação da ponte da Rua Alberto Dermínio, danificada pela erosão provocada pelas fortes chuvas
Moradores do Jardim Dermínio estão revoltados com situação da ponte da Rua Alberto Dermínio, danificada pela erosão provocada pelas fortes chuvas
Estragos provocados pelas chuvas na ponte da Rua Alberto Dermínio, no Jardim Dermínio, têm preocupado os moradores do bairro. A força das águas causou erosão nas paredes do local, que estão desmoronando. Os populares pedem providências. “Tem de consertar logo. Não adianta esperar acontecer uma tragédia para agir. É um vergonha ficar desse jeito”, disse a dona de casa Maria Aparecida da Silva, 39, que mora na mesma rua. O caminho, de aproximadamente quatro metros, é passagem para vários estudantes. Mais de dois mil alunos estudam nas duas escolas do bairro - “Josephina Zinni Almada” e “Hélio Palermo” - e a maioria passa pela ponte para estudar. Os horários de entrada e saída são os mais críticos no local. Não bastasse a ponte danificada, uma das pistas está com um buraco e, para alertar os motoristas, moradores colocaram um galho dentro fazendo os veículos desviarem pelo lado contrário. Quando os alunos passam, vira uma bagunça com carros, motos, vans, crianças e mães com carrinhos de bebê ou bicicleta. “A gente vai pela rua e é xingada pelos carros. Fico insegura ao andar aqui, pois tenho medo do chão ceder quando estou passando”, disse Roselene Radis, 26, dona de casa, que passa pela ponte pelo menos duas vezes por dia ao levar a filha Paloma à escola. Os moradores querem solução. Eles disseram já ter pedido para a administração municipal consertar. Na última sexta-feira, em mais uma tentativa, enviaram um abaixo-assinado com 50 nomes para a Prefeitura. A secretária de Obras, Valéria Marson, prometeu fazer reparos emergenciais no local entre o fim desta semana e começo da próxima. Os drenos entupidos com mato e areia carregados pelas chuvas serão limpos e pedras depositadas na área para conter a erosão. “Estivemos lá e detectamos que não há risco de desabamento e não há necessidade de interdições. Aproveitaremos a estiagem para arrumar.”

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