Exame de toque salvou minha vida


| Tempo de leitura: 1 min
Muitos homens ficam relutantes em fazer a avaliação retal, o chamado “exame de toque”. Certamente não têm noção da seriedade do procedimento e o quanto ele pode ser importante para se evitar or câncer de próstata, responsável pela morte de milhares de homens todos os anos no país. O segurança Alair Rocha, 49, morador no Parque do Horto, era um deles. Preconceituoso, em brincadeiras com amigos, dizia que jamais se submeteria ao exame. Até que, em 2005, um amigo morreu em razão de um câncer diagnosticado tardiamente. Alair resolveu enfrentar o preconceito e procurar o médico. “Na primeira consulta, ele já me disse que eu teria de operar, porque estava com a doença. Felizmente, foi descoberta a tempo e fui curado”, disse. Sem meias palavras, ele reconhece: “O exame de toque salvou minha vida”. Já a professora Ana Maria Silva Domingues, 58, da Vila Nicácio, diz ter sido salva pelo seu ginecologista. Aos 55 anos, procurou o médico ao descobrir um caroço no seio. Descobriu que se tratava de um tumor, ainda em estágio inicial. Foi submetida a uma cirurgia e teve de retirar uma parte do seio esquerdo. Hoje, não sente mais nada. “Aconselho a toda mulher que faça a mamografia e o papanicolau. A vida da gente pode ser preservada por eles”. Mas até mesmo em crianças os exames se mostram fundamentais. Aos 6 anos, Lenon Augusto da Silva, que mora no Parque Vicente Leporace, foi a uma consulta de rotina com seu pediatra, que notou algo errado em sua visão. Encaminhado ao oftalmologista, foi constatado o princípio de uma catarata. Foi operado e hoje, com 11 anos, freqüenta o ensino fundamental. Enxerga normalmente. “Ele não iria morrer. Mas já pensou ficar cego tão pequeno? Seria revoltante demais”, disse o pai, José Carlos da Silva.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários