Crimes sexuais movimentam polícia de Patrocínio Paulista


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Em apenas 13 dias do mês de março, três graves denúncias de crimes sexuais agitam a polícia de Patrocínio Paulista. A mais séria é a de um estupro. A vítima foi uma mulher de 22 anos, com síndrome de Down, que teria sido violentada dentro da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) da cidade. O primeiro caso que está sendo investigado é o de um homem de 54 anos, acusado de beijar na boca de uma menina de 11 anos. A estudante, após sair da escola, foi até uma casa pensando que sua amiga ainda morava no local. Após bater na porta do imóvel, foi atendida pelo acusado, que a teria agarrado e beijado sua boca. O homem nega as acusações. No dia 8, uma funcionária da Apae da cidade, quando dava banho em uma jovem de 22 anos, que tem síndrome de Down, verificou nas partes íntimas da moça sinais de possível violência sexual. A vítima foi examinada por um médico legista, que confirmou o estupro. "O maníaco, que ainda não foi identificado, chegou a manter também coito anal com a mulher", disse o investigador Berbel. Familiares não souberam informar o que teria acontecido com a jovem. Na outra denúncia, a avó de uma criança de 2 anos, ao dar banho na neta, também constatou sinais de possíveis abusos sexuais e acusa a própria filha de levar a menina em locais impróprios. Os exames não constaram abuso contra a criança, mas a polícia investiga o caso.

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